CONTROLAR OU APOIAR O REI?

MINISTÉRIO PÚBLICO COMO NÃO CRIMINAL PRO-ACCOUNTABILITY AGENCY

Autores

  • Hermes Zaneti Júnior Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória (ES)

DOI:

https://doi.org/10.30899/dfj.v24i53.1633

Palavras-chave:

Ministério Público Brasileiro, Agência Pro-Accountability (APA), Interesse Público, Direitos Individuais Inalienáveis, Regime Democrático, Reforma Constitucional de 1988, Tutela Coletiva

Resumo

Este artigo examina a evolução e o papel atual do Ministério Público brasileiro como uma entidade tanto supervisora quanto de apoio e promoção de direitos humanos e direitos fundamentais dentro da estrutura governamental, essencial ao sistema de justiça, independente e autônoma em relação aos outros poderes. Começando por suas raízes históricas, o estudo explora a transformação do Ministério Público em uma agência de responsabilização e promoção (APA - pro-accountability agency), especialmente após a reforma constitucional de 1988, que marcou um ponto de virada significativo. A análise aprofunda-se nas fundações constitucionais e legais da instituição, destacando suas funções especializadas como grande escritório de advocacia de direitos fundamentais e direitos humanos, atuando como instituição de garantia na proteção dos direitos coletivos e no tratamento de questões de direitos sociais e individuais indisponíveis. Além disso, o artigo apresenta dados contemporâneos, oferecendo um “retrato” abrangente da estrutura, funções e do papel fundamental do Ministério Público na salvaguarda dos direitos, investigando, processando e atuando como como agente e custos juris (interveniente), garantindo o acesso à justiça e a proteção dos direitos humanos e fundamentais.

Biografia do Autor

Hermes Zaneti Júnior, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Vitória (ES)

Professor de Direito Processual Civil na Graduação e Mestrado da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Doutor em Direito, área de concentração Teoria do Direito e Filosofia do Direito, pela Università degli Studi di Roma 3 (UNIROMA3). Doutor e Mestre em Direito, área de concentração Direito Processual, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pós-Doutorado na Università degli Studi di Torino-IT (UNITO). Visiting Scholar na Universidade de Zagreb, 2023 (Programa Erasmus +). Membro da IAPL (International Association of Procedural Law), IIDP (Instituto Iberoamericano de Derecho Procesal), IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Processual). Membro da ABRAMPA (Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente) e do MPCON (Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor). Pesquisador Líder do Grupo de Pesquisa Fundamentos do Processo Civil Contemporâneo (FPCC/UFES) vinculado ao LAPROCON – Laboratório Processo e Constituição. Promotor de Justiça no Estado do Espírito Santo (MPES). Dirigente do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público do Espírito Santo (CEAF/MPES). Presidente do Colégio de Diretores de Escolas e Centros de Estudo e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público do Brasil (CDEMP). Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo – FAPES como coordenador do Projeto “Direito Processual Estrutural dos Desastres”, desenvolvido no Instituto: Universidade Federal do Espírito Santo (UFES - VITÓRIA) – Edital: EDITAL FAPES Nº 22/2023 – BOLSA PESQUISADOR CAPIXABA –
BPC2024. E-mail: hermeszanetijr@gmail.com

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Publicado

2026-02-05

Como Citar

Zaneti Júnior, H. (2026). CONTROLAR OU APOIAR O REI? MINISTÉRIO PÚBLICO COMO NÃO CRIMINAL PRO-ACCOUNTABILITY AGENCY. Revista Brasileira De Direitos Fundamentais & Justiça, 24(53). https://doi.org/10.30899/dfj.v24i53.1633